Pensamentos de Libério Lara

Algo que tem me chamado bastante a atenção nos últimos dias, é o número de pessoas que têm entrado em contato comigo, a partir de um aplicativo que eu tenho disponível no Facebook (Pensamentos de Libério Lara). Uma série de frases soltas e pensamentos que retirei de livros, poesias, contos e músicas que escrevi.

Hoje, enquanto um anjo triste me fazia companhia Um Dia Em Nossas Vidas – Capítulo 4 , recebi o e-mail de uma leitora do Rio de Janeiro, onde ela dizia, entre outras coisas: “(…) sou leitora assídua dos seus textos e você não imagina o bem que suas frases do Facebook têm feito em minha vida…”

Confesso que eu realmente não tenho noção da dimensão disso tudo. Conseguir arrancar uma lágrima, um sorriso, um suspiro, enfim… extrair um sentimento lá de dentro da alma de um ser do Rio Grande do Sul, do Rio Grande do Norte ou do Rio de Janeiro, bem daqui, do coração das Gerais, por meio de escritos meus… é algo que eu ainda não consegui assimilar. Cada mensagem que recebo de um novo leitor é como uma estrela nova que brilha, pra me orientar e mostrar que continuo no caminho certo.

Agradeço do fundo da minha alma à Adriana Brazil e Márcia Rios, verdadeiros anjos que surgiram em minha vida, naquele momento em que a gente se sente desanimado de seguir adiante. E claro, a cada leitor que segue comigo nesta trajetória. Vocês são os maiores motivos das minhas inspirações.

Para quem não conhece Pensamentos de Libério Lara, clique na imagem abaixo para acessar o aplicativo:

pensamentos liberio lara

Algumas frases minhas que estão no aplicativo, para quem não tem acesso ao facebook:

 

Sabe aquela dor insuportável? Você vai suportar…”

“Que valor você daria à felicidade se nunca tivesse se sentido triste?”

“Eu gosto de admirar as estrelas. Elas me provam que existe alguma coisa lá em cima além da Lua e do Sol”

“As pessoas mais brilhantes que conheço têm o sorriso nos olhos.”

“O homem que estende a mão para o outro é, sem sombra de dúvidas, aquele que recebe a mão.”

“Solidão de verdade é quando todo mundo está do seu lado, menos você.”

“Palavras são mais sinceras quando não são ditas.”

“O cão seria um ótimo professor se na faculdade ensinassem lealdade.”

“A mulher é um ser tão apaixonante, fantástico e interessante, que deveria ser opção de curso em faculdade. Mas os homens seriam sempre reprovados…”

 

Parceiros:

ANAX MECÂNICO DE MOTOS BH PEDRO ii

Tempos Modernos ou “A mãe da minha filha tá grávida”

tempos modernos

Debora diz:

*To gravida

Libério diz:

*sério?

Debora diz:

*Sim

Libério diz:

*hahaha

Debora diz:

*Um mes

Libério diz:

*gabi deve tá ciumentinha

Debora diz:

Libério diz:

*uai

Debora diz:

*Ta apaixonada

Libério diz:

*porque ela tem ciumes só de mim?

*outro dia ela me falou que se eu tiver outro filho ela me mata... rs

*ela não deixa eu nem namorar

Debora diz:

*Ela beija minha barriga o tempo todo

Libério diz:

*danadinha... deixa ela

Debora diz:

*Q bom hahaha

*Antes ela tb ñ me deixava

Libério diz:

*eu tava pensando em começar a namorar, e juro que to preocupado demais com ela... tava bolando um discurso pra falar com ela

Debora diz:

*Ela chorou demais hj

Libério diz:

*porque ela não aceita de jeito nenhum

*porque?

Debora diz:

*Fui parar no hospital ontem ... To perdendo sangue

Libério diz:

*se tiver bebendo ou fumando, pára logo

*o que o médico disse?

Debora diz:

*Q tenho de ficar de repouso p. Ñ possó passar raiva. Repouso total

*Ñ to bebendo nem fumando

Libério diz:

*bom

*vou parar de te amolar então, pelo menos durante 9 meses... rs

Debora diz:

*Olha vc namorar a gaby ñ vai aceitar nunca. Conheço a gaby e vc tb

Libério diz:

*vou prosear depois com ela... ela não era assim, até gostava da Ju...

Debora diz:

*O pior e ñ poder nem namora

*Duvido

Libério diz:

*namorar escondido da filha é dureza, né? rs

*picurrucha de oito aninhos mandando assim...

*ela controla as ligações no meu celular... quando toca, ela que atende... rs

Debora diz:

*Q parte do tenho certeza q ñ vai aceitar entendeu? E do ñ posso passar raiva

Libério diz:

*hahahha

Debora diz:

*Ela fez muito isso comigo muito

Libério diz:

*ela tem que aceitar... mas, enfim... to só pensando em namorar... nem sei quem... rs

*e quanto a passar raiva... carminha, não to fazendo raiva...

*fiquei feliz com a notícia, de verdade

*se cuide aí

 

 

Parceiros:

 

marmoraria fernandes pará de minas mármores e granitos

Canção para a Xumbrisquinha Sabida

xumbrisquinha sabida

Coração que cola

Logo quando se descola

Coração que bate

Vitamina de abacate

Coração que não dá bola

Quando logo se descola

Bola que ninguém deu

Pro coração que não bateu

Menina do coração!

Ama tanto! Sabe não!

Coração quebrou

Tanto, tanto que amou!

Menina linda da canção!

Faz bater seu coração

Bate, apanha, chora não!

Menina linda que nem flor!

Nasce logo outro amor

Ama, sofre, sem pudor...

Coração que cola

Logo quando se descola!

 

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varejão das portas e janelas bh portas bh janelas bh materiais de construção bh  venezianas bh portas de madeiras bh

Sombrio, de Adler Nobre

capalivrocpiacpia

Conheci a obra do jovem autor Adler Nobre, através de Márcia Rios. “Sombrio” é um livro que nos leva a um mudo imaginário, onde espíritos, bruxas, anjos e demônios convivem com os seres humanos, literalmente, de forma fantástica.

Augusto, um garoto às vias de completar a maioridade vê seu pai assassinado de forma cruel por um espírito maligno e promete se vingar. Na busca desta vingança, o jovem se vê diante de verdades que haviam sido omitidas, desde seu nascimento.

Decidido a descobrir sua verdadeira identidade e vingar a morte do pai, Augusto conta com a ajuda de uma jovem exorcista e suas quatro irmãs, que são jovens bruxas.

“Sombrio” é um livro cheio de fantasias obscuras, lugares imaginários e situações fantásticas, que conduzem o leitor para aquele final onde serão aguardadas as cenas dos próximos capítulos.

Sem Perdão, de Márcia Paiva

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Há algum tempo atrás, minha amiga e escritora Márcia Paiva me enviou seu livro “Sem Perdão”. Logo nas páginas iniciais da obra, descobri tratar-se de um belíssimo presente, que me remeteu aos tempos de adolescência, na época em que eu devorava as obras de Marcos Rey. Sim, me senti como se estivesse lendo uma obra do próprio autor, senti saudade dos romances policiais, que não leio há bastante tempo. Confesso no entanto, que ao final da leitura, um pedaço desta saudade foi saciada.

“Sem Perdão” é uma obra rica em criatividade. A autora conseguiu unir um belo romance vivido pelos protagonistas, em meio à cenas cruéis que fazem parte da realidade do nosso país. Uma garota pobre, moradora de uma comunidade carente de São Paulo, às vias de ser assassinada pelo chefe do tráfico local, conhece um tenente da ROTA, que se encontrava na mesma situação. Ambos se salvam e a partir daí a trama se desenvolve de uma maneira espetacular.

Ela passa a ser procurada pelo traficante e conta com o apoio do tenente para lhe dar segurança.

Parece que tudo pode terminar bem, mas Márcia Paiva brilha com o enredo de “Sem Perdão”, envolvendo os dois protagonistas em situações hora românticas, hora cruéis. E foi justamente esta dualidade de emoções que fez com que eu me encantasse pela obra. O fato de saber que, mesmo envoltos de verdades cruéis, o amor pode falar mais alto, sobreviver e fazer-se sobreviver, mesmo que a morte já tenha sido sentenciada…

Fica a dica, para quem gosta de uma boa leitura! Para saber mais sobre a obra, CLIQUE AQUI

Para saber mais sobre a autora, CLIQUE AQUI

 

Márcia, muito obrigado por me presentear com esta obra, da qual, sinceramente, virei fã! Parabéns pelo seu talento e pelo maravilhoso potencial!

 

 

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Ensaio sobre a Loucura












liberio lara loucura

De verdade, estou tão acostumado a ser chamado de maluco, louco, doido, habitante da lua, utópico, e mais sei lá quantos números de outros adjetivos que remetem à insanidade, que quando minha psicóloga disse: “Libério, você é absolutamente normal!”, eu respondi quase gargalhando: “Então você é mais maluca do que eu...”.
É que eu adotei estes adjetivos, não como apelido, mas como o próprio sobrenome, que, querendo ou não, entram no sangue e depois na alma, de onde não saem mais. E juro que gosto disto. Gosto de dizer que não sou normal.
Não sigo os padrões.
Sou bicho solto.
Bicho doido.
Não sou e não quero ser normal. Eu não quero ser responsável como os outros, vestir um terno e ir para o trabalho. Chegar às oito, sair às dezoito. Eu quero fazer o que gosto de fazer. Eu quero ser feliz, mesmo que para isto, eu tenha que ser louco.
Comecei a ser rebatizado na infância, quando ia para as festinhas de aniversário dos primos e amigos com um livro nas mãos. Enquanto a criançada brincava e se divertia com jogos e peraltices, eu ia para um lugar mais tranquilo e brincava de ler. Uma opção, como escolher entre brincar de bola ou vídeo game. E eu também brincava de bola e de vídeo game. Mesmo assim, sempre ouvia, quando aparecia com um livro nas mãos: “Vá brincar, menino! Parece doido sozinho, carregando um livro pra todo lado!”. Mas eu estava brincando...
Sabe aquela cena clássica do garoto que esconde uma revista de mulher nua por trás de um livro? Pois bem, fui pego pela minha mãe certa vez, com oito anos de idade, lendo “Zezinho, o dono da Porquinha Preta” por trás de um livro de matemática (façam o mesmo molecada, se preferirem matemática, ou ciências, ou anatomia feminina a Zezinho, o dono da Porquinha Preta).
Daí vieram a adolescência e a juventude. Nascido no interior, numa turma de onze amigos, fui o primeiro a aparecer com os cabelos totalmente raspados, depois grandes, depois usando brincos, depois com tatuagem... fui o primeiro a fumar cigarro, a tomar um porre... fui o único a fazer striptease e serenata em bordel... naquela época, os que criticavam minha paixão pela poesia, agora usufruíam dela, em forma de cartas que eu escrevia para suas “meninas dos olhos” (elas nunca souberam disto, amigo fiel que sou).
Em consequência destas cartas, que claro, eu escrevia com mais primazia para as minhas “meninas dos olhos”, fui também o primeiro a me apaixonar, o primeiro a ter um filho e a me casar (não, não... Igreja não. Não sou normal, já disse). Eu já estava no meu segundo casamento quando veio o próximo da fila (sim, sim... Igreja sim. Ele é normal).
Então veio a maior das minhas loucuras. A mais insana e doce das minhas decisões: Eu vou viver de escrever!
E minha psicóloga de mais de dez sessões, diz que eu sou absolutamente normal!
Quer saber? Fazendo um ensaio sobre a loucura, eu fico com um diálogo que ouvi ontem. Um diálogo simples e despretensioso que tirou lágrimas dos meus olhos. Uma cena do filme E Se Nada Mais Der Certo, dirigido por José Eduardo Belmonte:
_ Eu não sou normal.
_ Ninguém é normal. Só existem algumas pessoas que conseguem fingir melhor que as outras...
 
 
 
“E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a musica.”
Friedrich Nietzsche



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